Para muita gente, parece que, afinal, os jornalistas não servem para questionar ou analisar, devem sim elogiar acríticamente e abrir o microfone para que o entrevistado se auto-bajule.
26 de novembro de 2007
Massa acrítica
por
Anónimo
"Luiz Felipe Scolari ficou visivelmente irritado com algumas perguntas colocadas durante a conferência de imprensa após o jogo com a Finlândia (0-0) e disparou em várias direcções."
Para muita gente, parece que, afinal, os jornalistas não servem para questionar ou analisar, devem sim elogiar acríticamente e abrir o microfone para que o entrevistado se auto-bajule.
Para muita gente, parece que, afinal, os jornalistas não servem para questionar ou analisar, devem sim elogiar acríticamente e abrir o microfone para que o entrevistado se auto-bajule.
21 de novembro de 2007
Curtas - séries (#1)
por
JLC
Entourage (8/10)
Esta série da HBO - mãe de Sopranos e Six Feet Under - acompanha a história de Vincent Chase, um jovem actor de Hollywood a subir na carreira, que vive com o irmão e dois amigos de infância.
Se as representações dos quatro amigos são bastante boas, a de Jeremy Piven - que representa Ari, o agente de Vincent - é fabulosa, e já lhe valeu dois Emmys (2006 e 2007) e nomeações para os Gloden Globes de 2006, 2007 e Emmys de 2005.
O aparecimento de algumas celebridades durante a série confere-lhe um reforço de credibilidade. O objectivo parece ser, desde o início, criar uma série leve, e por isso a redução dos 40 minutos por episódio característicos deste tipo de série torna-se a terceira grande arma para o sucesso da série.
Entourage já conta quatro seasons, estão previstas mais duas.

Will & Grace (7.5/10)
Pegando na já frequente fórmula de 4 amigos, criou-se aqui uma excelente comédia. Grace tem em Will o melhor amigo e um ex (e gay) namorado. Jack é amigo de Will. Karen, empregada de Grace, é viciada em alcool e comprimidos.
Tal como em Entourage, a melhor representação parte de actores secundários. Megan Mullally (Karen) representa na perfeição a mulher mais bêbada e superficial de que me lembro, enquanto Sean Hayes (Jack) consegue com igual distinção o seu papel.
Uma série que se vê bastante bem, e que, a meu ver, peca apenas pela pouca (ou nenhuma) evolução das quatro personagens (estou neste momento a acabar a season quatro).
As oito temporadas (1998/2006) arrecadaram 16 Emmys (de 83 nomeações). Entre 2001 e 2005 foi considerada a segunda melhor sitcom que, com Friends (no primeiro lugar), ocupou as noites de quinta-feira da NBC.
Doctor Who (3/10)
Esta vai ser rápida, porque desisti no primeiro episódio. A série original, com o mesmo nome, foi transmitida de 1963 a 1989, voltando para mais três anos, entre 93 e 96. É portanto uma série de culto, produzida pela BBC. Em 2005 a BBC começou a passar este remake, que tem coleccionado excelentes notas por parte da crítica.
Eu não gostei da história do episódio piloto, achei a representação fraca por parte dos actores principais, e portanto fico indeciso quanto à origem da onda de entusiasmo levantada por esta série. Mais tarde terá outra tentativa da minha parte, para ver se tem mesmo qualidade, ou se tudo não passa de saudades da original e velhinha série.

Black Books (8.5/10)
Das séries que descobri recentemente, esta é a melhor. Bernard Black, dono de uma livraria, apresenta um amor ao álcool e ao tabaco que só se pode comparar com a sua antipatia, particularmente visivel quando algum cliente tenta comprar um livro. A performance de Dylan Moran, que já colecciona algumas participações em Hollywood, é deliciosa. Esta série só tem um contra, a sua curta duração (18 episódios divididos por 3 seasons).
Esta série da HBO - mãe de Sopranos e Six Feet Under - acompanha a história de Vincent Chase, um jovem actor de Hollywood a subir na carreira, que vive com o irmão e dois amigos de infância.
Se as representações dos quatro amigos são bastante boas, a de Jeremy Piven - que representa Ari, o agente de Vincent - é fabulosa, e já lhe valeu dois Emmys (2006 e 2007) e nomeações para os Gloden Globes de 2006, 2007 e Emmys de 2005.
O aparecimento de algumas celebridades durante a série confere-lhe um reforço de credibilidade. O objectivo parece ser, desde o início, criar uma série leve, e por isso a redução dos 40 minutos por episódio característicos deste tipo de série torna-se a terceira grande arma para o sucesso da série.
Entourage já conta quatro seasons, estão previstas mais duas.
Will & Grace (7.5/10)
Pegando na já frequente fórmula de 4 amigos, criou-se aqui uma excelente comédia. Grace tem em Will o melhor amigo e um ex (e gay) namorado. Jack é amigo de Will. Karen, empregada de Grace, é viciada em alcool e comprimidos.
Tal como em Entourage, a melhor representação parte de actores secundários. Megan Mullally (Karen) representa na perfeição a mulher mais bêbada e superficial de que me lembro, enquanto Sean Hayes (Jack) consegue com igual distinção o seu papel.
Uma série que se vê bastante bem, e que, a meu ver, peca apenas pela pouca (ou nenhuma) evolução das quatro personagens (estou neste momento a acabar a season quatro).
As oito temporadas (1998/2006) arrecadaram 16 Emmys (de 83 nomeações). Entre 2001 e 2005 foi considerada a segunda melhor sitcom que, com Friends (no primeiro lugar), ocupou as noites de quinta-feira da NBC.
Doctor Who (3/10)
Esta vai ser rápida, porque desisti no primeiro episódio. A série original, com o mesmo nome, foi transmitida de 1963 a 1989, voltando para mais três anos, entre 93 e 96. É portanto uma série de culto, produzida pela BBC. Em 2005 a BBC começou a passar este remake, que tem coleccionado excelentes notas por parte da crítica.
Eu não gostei da história do episódio piloto, achei a representação fraca por parte dos actores principais, e portanto fico indeciso quanto à origem da onda de entusiasmo levantada por esta série. Mais tarde terá outra tentativa da minha parte, para ver se tem mesmo qualidade, ou se tudo não passa de saudades da original e velhinha série.
Black Books (8.5/10)
Das séries que descobri recentemente, esta é a melhor. Bernard Black, dono de uma livraria, apresenta um amor ao álcool e ao tabaco que só se pode comparar com a sua antipatia, particularmente visivel quando algum cliente tenta comprar um livro. A performance de Dylan Moran, que já colecciona algumas participações em Hollywood, é deliciosa. Esta série só tem um contra, a sua curta duração (18 episódios divididos por 3 seasons).
18 de novembro de 2007
Ossos do ofício
por
Anónimo
Um par de meses depois de ser premiado por esta fotografia de uma criança sudanesa a perecer diante de um paciente abutre, Kevin Carter, amargurado com o Mundo e as suas desigualdades, e deprimido pela morte de um colega (Ken), suicidou-se.
"I am depressed ... without phone ... money for rent ... money for child support ... money for debts ... money!!! ... I am haunted by the vivid memories of killings & corpses & anger & pain ... of starving or wounded children, of trigger-happy madmen, often police, of killer executioners...I have gone to join Ken if I am that lucky."
13 de novembro de 2007
Cinema Quotes
por
Anónimo
" - Depois de o roubar (o banco), vou-me embora desta terra . . . há muita insegurança."
Ramiro, em Amores Perros.
9 de novembro de 2007
6 de novembro de 2007
Amy Winehouse
por
Anónimo
Já há algum tempo que estou para vos falar desta miúda.
O público em geral conhece-la pelos abusos de droga e recente proibição de pisar solo americano.
O público em geral conhece-la pelos abusos de droga e recente proibição de pisar solo americano. Quando ouvi o seu àlbum pela primeira vez, foi ela que me 'proibiu' de pisar o stop.
Amy não se preocupa em inovar, canta o soul que se habituou a admirar, o soul das Divas dos anos 80.
Será isto um defeito? Decididamente, mas apenas para quem não goste dessa época aurea da Soul Music.
Ouvir «Back to Black» (o título não me parece inocente), torna-se uma expêriencia engraçada e aprazível, um retorno no tempo até ao apogeu de Aretha Fraklin ou Dionne Warnick, sobretudo quando passamos pelas faixas 5, 6 e 7.
Não se deixem iludir pela 'Rehab', que por ter o cunho de auto-biográfica e ser a música mais comercial, foi o single de promoção, mas é para mim o elo mais fraco do trabalho.
Oiçam 'Tears Dry on Their Own', só para abrir o apetite.
Amy não se preocupa em inovar, canta o soul que se habituou a admirar, o soul das Divas dos anos 80.

Será isto um defeito? Decididamente, mas apenas para quem não goste dessa época aurea da Soul Music.
Ouvir «Back to Black» (o título não me parece inocente), torna-se uma expêriencia engraçada e aprazível, um retorno no tempo até ao apogeu de Aretha Fraklin ou Dionne Warnick, sobretudo quando passamos pelas faixas 5, 6 e 7.
Não se deixem iludir pela 'Rehab', que por ter o cunho de auto-biográfica e ser a música mais comercial, foi o single de promoção, mas é para mim o elo mais fraco do trabalho.
Oiçam 'Tears Dry on Their Own', só para abrir o apetite.
1 de novembro de 2007
Pixar
por
JLC
Sou um admirador da Disney, que tem conseguido, com o passar dos anos (e dos filmes) manter um nível bastante elevado em todos os aspectos. As músicas que de repente aparecem, vindas de leões, pinguins ou o quer que seja então... genial.
Através da Disney vim a conhecer a Pixar (assinaram uma parceria há alguns anos), e tornei-me apaixonado por tudo o que a Pixar faz, especialmente as curtas. Fui vendo, através do amigo youtube o que se arranjava, até que descobri a semana passada uma preciosidade. As curtas da pixar todas juntinhas e em dvd.
Não abri os cordões à bolsa, é certo, que o final de Sopranos - estou a esperar por um dia inspirado para vos falar de Tony e companhia - obrigou-me a comprar o livro da série e agora durante umas semanas não há vícios.
"Adquiri" por vias ilegais (prendam-me), as curtas com qualidade decente, e estou deliciado... Deixo-vos uma com a qualidade merdosa a que a tecnologia ainda nos sujeita, com a esperança que tratem de ver tudo, e com qualidade.
Senhores e senhoras... Geri's Game:
Não abri os cordões à bolsa, é certo, que o final de Sopranos - estou a esperar por um dia inspirado para vos falar de Tony e companhia - obrigou-me a comprar o livro da série e agora durante umas semanas não há vícios.
"Adquiri" por vias ilegais (prendam-me), as curtas com qualidade decente, e estou deliciado... Deixo-vos uma com a qualidade merdosa a que a tecnologia ainda nos sujeita, com a esperança que tratem de ver tudo, e com qualidade.
Senhores e senhoras... Geri's Game:
25 de outubro de 2007
Taxista louco!
por
Sandra_B.
Começam a tornar-se frequentes os meus posts acerca de taxistas... Cada vez que entro num táxi vejo à minha frente uma potencial aventura... E desta vez como em tantas outras algo de estranho aconteceu...
Há uns dias, mais uma vez no Oriente, apanhei o dito transporte com umas amigas; depois de nos acomodarmos, o condutor começa a meter conversa connosco até que pergunta:
"Então, voçês sabem quanto é 24.5 a dividir por 2?"
E eu respondi, obviamente, 12.25. E diz ele todo seguro de si: "Ah, estava aqui a ouvir na rádio, que andam a fazer contas até conseguirem com que esta divisão dê zero! Eu acho que hão-de chegar lá... Às vezes há cálculos que demoram 200 anos a ser descobertos..." Nós olhámos umas para as outras sem perceber patavina da conversa e pensámos, ou está bebedo ou não bate bem... Absolutamente ridículo!
"Hominildes?!!!!" questionamos. "Sim! Eu acredito que existem "hominildes", seres extremamente inteligentes e "hominóides" (supus que seríamos nós), os primeiros terão sido quem colocou na terra as 7 raças que a habitam e quem nos governa. Eles andam tão rápido que não os conseguimos ver. Tenho andado a formar esta teoria já há uns anos, sozinho! Sem ajudas (UAU!!)! Não acham que é possível?" Pergunta ele todo convicto.
O homem todo entusiasmado.. continua... "E aquelas luzes que as pessoas viram em Fátima, isso pode muito bem ter sido uma nave espacial. Aquilo por lá, é cheio de grutas, pode bem funcionar como base dos ET's!"
Isto parece surreal, mas foi de facto verdade e sem exageros. Sinceramente começei a ficar assustada com o tipo, que doido! Ainda se pôs a dizer que era ateu, que lhe custava acreditar em coisas invisíveis... acreditava mais em coisas materiais... Sim porque a teoria dele é totalmente credível!!!
Fica aqui divulgada a teoria do senhor... e que já se dê por muito contente! Acho que a convicção dele na veracidade daquela ideia, não será suficiente para que a mesma passe para além daquele táxi e deste blog.
Cada vez que entrarem neste meio de transporte em Lisboa... preparem-se, a viagem pode tornar-se realmente inesquecível! LOL
Cada vez que entrarem neste meio de transporte em Lisboa... preparem-se, a viagem pode tornar-se realmente inesquecível! LOL
22 de outubro de 2007
Cinema 2/2
por
Anónimo
(o restante...)

Destaque:
Apocalypse Now (1979) - Mais do que um filme de guerra (ou anti-guerra), uma obra de arte. 9/10
**********
Sequelas/Sagas:
Before Sunrise (1995) 7/10 **********
Before Sunset (2004) 8/10 **********
- Não menos artísticos, nem profundos que o anterior, são porém muito mais simples. Um minimalismo muito terno e belo. Before Sunset, particularmente, é um grande filme.
Goal (2005) 6/10 **********
Goal 2 (2007) 6/10 **********
- Filmes de soccer e não de futebol. Muito cliché e malabarismo nesta saga. A nota positiva deve-se a sequencias magníficas (de futebol mesmo) que encontrei perdidas lá pelo meio.
Estreias anteriores a 2007:
Die Hard (1988) - A prova que o carisma é o principal ingrediente de um filme de acção. 8/10
**********
Broken Flowers (2005) - É o meu género de fitas. Este contudo perde em tentar colar-se muito ao estilo 'Lost in Translation'. Mas vale bem a pena ver. 7/10
**********
Runaway Jury (2003) - Bom filme, mas ao mesmo tempo uma desilusão. Ingenuidade minha ao pensar que o filme podia superar o livro de Grisham. 7/10
**********
Ali (2003) 6/10
**********
Gato Preto, Gato Branco (1998) 5/10
**********
Girl Next Door, The (2004) 5/10
**********
Bonfire of the Vanities, The (1990) 4/10
**********
The Miracle of Our Lady of Fatima (1952) 2/10
**********

Destaque:
Apocalypse Now (1979) - Mais do que um filme de guerra (ou anti-guerra), uma obra de arte. 9/10
**********
Sequelas/Sagas:
Before Sunrise (1995) 7/10 **********
Before Sunset (2004) 8/10 **********
- Não menos artísticos, nem profundos que o anterior, são porém muito mais simples. Um minimalismo muito terno e belo. Before Sunset, particularmente, é um grande filme.
Goal (2005) 6/10 **********
Goal 2 (2007) 6/10 **********
- Filmes de soccer e não de futebol. Muito cliché e malabarismo nesta saga. A nota positiva deve-se a sequencias magníficas (de futebol mesmo) que encontrei perdidas lá pelo meio.
Estreias anteriores a 2007:
Die Hard (1988) - A prova que o carisma é o principal ingrediente de um filme de acção. 8/10
**********
Broken Flowers (2005) - É o meu género de fitas. Este contudo perde em tentar colar-se muito ao estilo 'Lost in Translation'. Mas vale bem a pena ver. 7/10
**********
Runaway Jury (2003) - Bom filme, mas ao mesmo tempo uma desilusão. Ingenuidade minha ao pensar que o filme podia superar o livro de Grisham. 7/10
**********
Ali (2003) 6/10
**********
Gato Preto, Gato Branco (1998) 5/10
**********
Girl Next Door, The (2004) 5/10
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Bonfire of the Vanities, The (1990) 4/10
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The Miracle of Our Lady of Fatima (1952) 2/10
**********
20 de outubro de 2007
"O sapo que se tornou príncipe"
por
Sandra_B.
Paul Potts, 36 anos, residente no sul do país de Gales, vendedor de telémoveis... participou no programa "Bristain's Got Talent " em Inglaterra, chegou, cantou, emocionou e venceu (17/6) interpretando a ária Nessuma Dorma, da ópera Turandot, de Giacomo Puccini....
Foi e disse que ía cantar ópera, os olhares do júri sugeriram um certo ar de gozo... mas só até ao momento em que o "sapo que se tornou príncipe" abriu a boca para cantar... simplesmente excepcional!!
O seu sonho tornou-se efectivamente real... ganhou ele e ganhamos todos nós...
É de deixar a lágrima no canto do olho... de mais, mesmo!
17 de outubro de 2007
Maria Albertina
por
JLC
WARNING: Quem está à espera de um post útil pode fechar a página. Isto é apenas uma forma de redireccionar as mãos para o teclado, ao invés de mandar três murros numa parede.
A sic vai estrear, brevemente, aquela que foi para mim, a melhor série que nasceu no ano passado, um passo á frente de Heroes.
A CBS (se não me engano) acabou por decidir que ao fim de uma época de série, não haveria mais festa para ninguém. Não gostaram das audiências e decidiram não renovar para a temporada 2007/2008.No entanto o "barulho" que os fans levantaram foi tão grande, que a reconsiderou, e prometeu continuação para a série. Mas não era isto que queria contar, isto foi só para justificar a existência deste post.
A série chama-se Jericho, e chama-se assim porque se passa numa cidade com o nome Jericho. É isto que se quer do nome de uma série, um nome que a represente, não um nome estúpido, que sirva por si só de piada para contar aos amigos.
A sic vai estrear, brevemente, aquela que foi para mim, a melhor série que nasceu no ano passado, um passo á frente de Heroes.
A CBS (se não me engano) acabou por decidir que ao fim de uma época de série, não haveria mais festa para ninguém. Não gostaram das audiências e decidiram não renovar para a temporada 2007/2008.No entanto o "barulho" que os fans levantaram foi tão grande, que a reconsiderou, e prometeu continuação para a série. Mas não era isto que queria contar, isto foi só para justificar a existência deste post.
A série chama-se Jericho, e chama-se assim porque se passa numa cidade com o nome Jericho. É isto que se quer do nome de uma série, um nome que a represente, não um nome estúpido, que sirva por si só de piada para contar aos amigos.
Mas não... a série em Portugal vai-se chamar... Jericó
Cinema 1/2
por
Anónimo
Fim de temporada!
Acabou-se. Com aulas, trabalhos e frequências, ja não posso consumir cinema pela noite dentro, como tanto gosto. Agora, se conseguir ver um filmezito por semana, já me dou por contente.
Resumo-vos de um modo muito informal, quase estival ainda, o que vi em Agosto e Setembro.

Destaque:
- Seven Samurai (1954): Há tanto tempo (tempo demais, constato agora) que estava em lista de espera. Desconfiava que fosse uma obra sobreavaliada, à custa do mito Kurosawa.
Enganei-me. É de facto um grande épico. Intemporal (claro está), humano (é belo quando se encontra humanidade na guerra) e com uma cinematografia notável.
3 horas e meia de grande cinema.
8/10 **********
Estreias em 2007 (PT):
Hot Fuzz - Espectacular. Apetece-me dizer: é tão fixe! Já não se fazem filmes de comédia assim! Estreia 22 de Novembro. 8/10
**********
Dead Girl, The - Actual (caso Maddie), são como que 5 curtas-metragens que se completam e em conjunto adquirem uma expressão poderosa e perturbante. Muito-recomendado. 8/10
**********
Tropa de Elite - Tão ou mais perturbante que o anterior. É o lado-b da 'Cidade de Deus'.7/10
**********
Simpsons, The - Já vi melhor da trupe do Matt Groening, mas Simpsons são Simpsons! 7/10
**********
1408 - John Cusack anda em grande forma. Corresponde com muita classe a um filme díficil e bastante exclusivo. Fantasia, suspence, um típico thriller de Stephen King, realizado por Mikael Håfström. 7/10
**********
Good German, The - A dupla Clooney/Soderbergh arrisca num filme-noir, sobre o pós-2ª guerra mundial. A realização eleva a obra a um nível que o argumento e a própria ideia do filme não conseguiram acompanhar. 6/10
**********
Good Shepherd, The - 6/10
**********
Music and Lyrics - 6/10
**********
Harry Potter and the Order of the Phoenix - 6/10
**********
In the Land of Woman - 5/10
**********
Mr. Bean's Holiday - 4/10
**********
Evan Almighty - 4/10
**********
(continua, com filmes mais antigos)
Acabou-se. Com aulas, trabalhos e frequências, ja não posso consumir cinema pela noite dentro, como tanto gosto. Agora, se conseguir ver um filmezito por semana, já me dou por contente.
Resumo-vos de um modo muito informal, quase estival ainda, o que vi em Agosto e Setembro.

Destaque:
- Seven Samurai (1954): Há tanto tempo (tempo demais, constato agora) que estava em lista de espera. Desconfiava que fosse uma obra sobreavaliada, à custa do mito Kurosawa.
Enganei-me. É de facto um grande épico. Intemporal (claro está), humano (é belo quando se encontra humanidade na guerra) e com uma cinematografia notável.
3 horas e meia de grande cinema.
8/10 **********
Estreias em 2007 (PT):
Hot Fuzz - Espectacular. Apetece-me dizer: é tão fixe! Já não se fazem filmes de comédia assim! Estreia 22 de Novembro. 8/10
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Dead Girl, The - Actual (caso Maddie), são como que 5 curtas-metragens que se completam e em conjunto adquirem uma expressão poderosa e perturbante. Muito-recomendado. 8/10
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Tropa de Elite - Tão ou mais perturbante que o anterior. É o lado-b da 'Cidade de Deus'.7/10
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Simpsons, The - Já vi melhor da trupe do Matt Groening, mas Simpsons são Simpsons! 7/10
**********
1408 - John Cusack anda em grande forma. Corresponde com muita classe a um filme díficil e bastante exclusivo. Fantasia, suspence, um típico thriller de Stephen King, realizado por Mikael Håfström. 7/10
**********
Good German, The - A dupla Clooney/Soderbergh arrisca num filme-noir, sobre o pós-2ª guerra mundial. A realização eleva a obra a um nível que o argumento e a própria ideia do filme não conseguiram acompanhar. 6/10
**********
Good Shepherd, The - 6/10
**********
Music and Lyrics - 6/10
**********
Harry Potter and the Order of the Phoenix - 6/10
**********
In the Land of Woman - 5/10
**********
Mr. Bean's Holiday - 4/10
**********
Evan Almighty - 4/10
**********
(continua, com filmes mais antigos)
10 de outubro de 2007
8 de outubro de 2007
António Lobo Antunes em discurso directo
por
Anónimo
"Há coisas que já não faço.
Como assim?
Já não minto. Já não componho o perfil. Estou aqui diante de vós, nu e desfigurado. Porque a nudez desfigura sempre. Agora, jogo com as cartas abertas. Agora, jogo póquer com as cartas viradas para cima. Agora, já não há nada escondido, está tudo à vista. E ou a mão ganha ou perde."
fonte: Visão Online
Entrevista integral aqui.
Como assim?
Já não minto. Já não componho o perfil. Estou aqui diante de vós, nu e desfigurado. Porque a nudez desfigura sempre. Agora, jogo com as cartas abertas. Agora, jogo póquer com as cartas viradas para cima. Agora, já não há nada escondido, está tudo à vista. E ou a mão ganha ou perde."
fonte: Visão Online
Entrevista integral aqui.
3 de outubro de 2007
Desgraça (?) no PSD
por
Anónimo
Compreende-se as dificuldades que um partido como o PSD tenha em fazer oposição ao governo menos socialista desde o 25 de Abril. Mas nada justifica a palhaçada que observámos durante a campanha e eleições directas para seu líder.
Com a eleição limitada a militantes pagantes, a única troca de ideias que se assistiu era sobre quem era menos sério ou quem é que andava a pagar as quotas dos sociais-democratas, comprando-lhe o voto.
Quantas voltas terá dado Sá Carneiro no seu túmulo nas últimas semanas? A história do partido não merecia tanta vulgaridade.
Nem está aqui em questão o vencedor; fosse qual fosse, não limparia a mácula que fica no seio do PSD. Sobre a mudança de líder, digo apenas que o populismo sucede à demagogia.


Com a eleição limitada a militantes pagantes, a única troca de ideias que se assistiu era sobre quem era menos sério ou quem é que andava a pagar as quotas dos sociais-democratas, comprando-lhe o voto.
Quantas voltas terá dado Sá Carneiro no seu túmulo nas últimas semanas? A história do partido não merecia tanta vulgaridade.
Nem está aqui em questão o vencedor; fosse qual fosse, não limparia a mácula que fica no seio do PSD. Sobre a mudança de líder, digo apenas que o populismo sucede à demagogia.


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